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Cooperamente Conversar
Vista de cima de um grupo de educadores de mãos dadas, formando uma roda no pátio de uma escola ao entardecer

Formação socioemocional · Cruzeiro – SP

Transformando através de cooperação

Capacitação para professores, gestores, escolas, secretarias de educação, ONGs e empresas em convivência, comunicação e saúde socioemocional.

01 · O ponto de partida

Toda escola é, antes de tudo, uma convivência.

Estudantes, professores, gestores, famílias e comunidade dividindo o mesmo espaço, todos os dias — cada um com sua história, seu jeito e suas emoções.

02 · O que pesa

Quando a convivência pesa, todo mundo sente.

Conflitos que se repetem, bullying, ansiedade, equipes que não conseguem se escutar. O clima muda — e ensinar e aprender ficam mais difíceis.

03 · O que se aprende

Diálogo, cooperação e cuidado também se aprendem.

Com vivências — não só com teoria —, cada pessoa reconhece o que sente, escuta o outro e descobre que é possível decidir junto.

04 · A roda

É aí que a roda se forma.

A Cooperamente leva essa experiência para dentro da sua instituição: formação socioemocional para cuidar da saúde mental, ampliar o diálogo e construir, junto com vocês, uma cultura de cooperação.

Conhecer o método

O método

Nove eixos girando na mesma roda.

Comunicação Não-Violenta, jogos cooperativos, open space, psicodrama, danças circulares, práticas de respiração e moda consciente: vivências que ampliam a comunicação, ajudam a resolver conflitos, desenvolver talentos e lidar com a ansiedade.

  1. 01

    Processo de Convivência

    Olhar para o jeito como o grupo convive e construir, juntos, os acordos que sustentam o dia a dia.

  2. 02

    Autonomia

    Fazer escolhas, assumir responsabilidades e cuidar de si e do coletivo.

  3. 03

    Comunicação Não-Violenta

    Observar sem julgar, nomear sentimentos e necessidades e fazer pedidos claros — para conversar até quando há conflito.

  4. 04

    Jogos Cooperativos

    Jogar com o outro, e não contra o outro: experiências em que todo mundo participa e o grupo avança junto.

  5. 05

    Psicodrama

    Colocar a situação em cena para olhar o conflito por outros ângulos e ensaiar novas respostas.

  6. 06

    Danças Circulares

    Dançar em roda, no mesmo ritmo: presença, pertencimento e atenção ao grupo.

  7. 07

    Inspire / Respire

    Prática de respiração e prática do verbo: pausar, acalmar o corpo e escolher as palavras.

  8. 08

    Moda Consciente

    O vestir como expressão de identidade e convite a escolhas mais conscientes.

  9. 09

    Open Space

    Conversas abertas em que o próprio grupo propõe os temas e decide o que aprofundar.

Alinhado à BNCC

Método alinhado à Base Nacional Comum Curricular.

Pensado para o Brasil

Desenvolvimento socioemocional no contexto brasileiro — da sala de aula à comunidade.

O que se desenvolve

Cinco competências socioemocionais.

As vivências trabalham as competências que sustentam a convivência — dentro e fora da escola.

Autoconsciência

Perceber o que sinto, o que penso e como reajo.

  • Autoconhecimento emocional
  • Autopercepção

Autogestão

Cuidar das próprias emoções e organizar o próprio caminho.

  • Regulação emocional
  • Metas
  • Organização pessoal

Consciência social

Enxergar o outro e valorizar as diferenças.

  • Tomada de perspectiva
  • Empatia
  • Apreciação da diversidade

Habilidades de relacionamento

Conversar, escutar e resolver junto.

  • Comunicação clara
  • Escuta ativa
  • Cooperação
  • Resolução de conflito

Tomada de decisão responsável

Escolher pensando nas consequências — para si e para todos.

  • Pensamento crítico
  • Senso de consequência
  • Ética
Mãos de pessoas de idades e tons de pele diferentes unidas em uma dança circular
Danças circulares, jogos e rodas de conversa: aprender a conviver com o corpo inteiro.

Na prática

Vivências que entram na rotina.

Práticas que o grupo vive durante a formação e pode levar para o dia a dia da escola, da equipe e da comunidade.

  1. 01

    Diário de Emoções Colaborativo

    Registrar e compartilhar o que se sente, em grupo.

  2. 02

    Roda de Sentimentos

    Um espaço para nomear emoções e ser escutado.

  3. 03

    Projeto Quem Sou Eu na Comunidade

    Identidade e pertencimento, do eu ao território.

  4. 04

    Autocuidado coletivo

    Práticas de cuidado que o grupo faz junto.

  5. 05

    Projetos interdisciplinares cooperativos

    Aprender os conteúdos cooperando, entre disciplinas.

  6. 06

    Resolução colaborativa de problemas reais

    Desafios da própria instituição, resolvidos em grupo.

  7. 07

    Avaliação socioemocional

    Acompanhar o desenvolvimento do grupo ao longo do caminho.

Os cinco elementos da aprendizagem cooperativa

  • Interdependência positiva
  • Responsabilidade individual e grupal
  • Interação face a face
  • Habilidades sociais
  • Processamento grupal

Família · Escola · Comunidade

Ninguém transforma uma escola sozinho.

A convivência não termina no portão. Por isso o trabalho envolve a tríade família, escola e comunidade — cada uma com seu papel, todas na mesma roda.

Família Escola Comunidade COOPERAÇÃO

Os princípios que sustentam cada encontro.

Na base de tudo: saúde mental, segurança, ambiente acolhedor e metas positivas, Comunicação Não-Violenta e um espaço de calma.

Confiabilidade

  • Coerência nos valores
  • Transparência nos diálogos
  • Compromisso com os acordos
  • Responsabilidade relacional

Colaboração

  • Poder compartilhado
  • Voz ativa
  • Decisão conjunta
  • Co-criação de regras

Em movimento

  • Intenção conjunta e jogo
  • Escolhas compartilhadas
  • Habilidades cognitivas, emocionais e físicas
  • Eficácia coletiva

O que buscamos

De onde partimos, para onde caminhamos.

Estes são os objetivos que orientam o trabalho da Cooperamente com cada instituição.

  • Da violência à convivência e ao diálogo

  • Do bullying à mediação de conflitos

  • Da ansiedade ao cuidado com a saúde mental

  • Da intolerância à empatia e à inteligência emocional

  • Da exclusão à inclusão de todos, independentemente de condição física, visual ou social

  • Do clima pesado a uma cultura escolar colaborativa e mais humana

  • Da apatia ao engajamento dos estudantes

Para quem

Para quem educa, gere e cuida de gente:

  • Professores
  • Gestores escolares
  • Escolas
  • Secretarias de Educação e prefeituras
  • ONGs e projetos sociais
  • Empresas

Para secretarias e prefeituras

Transforme a educação no seu município. Invista no futuro, priorize parcerias.

Como começamos

Do primeiro contato à avaliação, um caminho feito junto.

  1. Conversa

    Você conta o que está acontecendo na sua instituição e o que gostaria de cuidar.

  2. Diagnóstico

    Entendemos o público, os desafios e o contexto antes de propor qualquer coisa.

  3. Proposta

    Um projeto de formação desenhado para a realidade da sua instituição.

  4. Encontros

    As vivências acontecem com o grupo, no ritmo combinado.

  5. Avaliação

    Os participantes avaliam cada encontro — e essa escuta orienta os próximos passos.

Quem conduz

Leandro Godoy

Educação, psicologia e cooperação na mesma roda.

Licenciado em Educação Física e em Psicologia e bacharel em Educação Física, tem formação clínica em Psicodrama e é pós-graduado em Jogos Cooperativos, Pedagogia da Cooperação e Metodologias Colaborativas.

Foi professor da rede estadual pública, trabalhou com dança com crianças, participou do Observatório de Violência nas escolas e de campos de estudo virtuais em Lorena. É ativista comunitário.

Cooperação não é apenas uma metodologia, é uma forma de estar no mundo. Quando ensinamos nossas crianças a cooperar, estamos construindo uma sociedade mais justa, empática e sustentável.
Cooperamente
Sala de aula iluminada pelo sol da manhã, com cadeiras de madeira dispostas em roda sobre um tapete verde

Vamos conversar

A roda está pronta. Falta a sua instituição.

Conte o que a sua escola, secretaria, ONG ou empresa quer cuidar — convivência, comunicação, saúde mental, conflitos. A conversa começa aqui, pelo chat.

Começar a conversa Cooperamente · Cruzeiro – SP